SÍMBOLO DO CAPITALISMO: Z28

Sei lá se isto aqui é lenda ou fato mas só sei que fiquei curioso para saber o que produziam por aqui em 1983 enquanto lá produziam isto aí acima!

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Tudo ou Nada de edição?

APE CALESSINO ELECTRIC


9.150 euros più IVA! Detalhes aqui, aqui e aqui.

FAZ MUITO MAIS SENTIDO PARA CARIOCA

BAG MAN

"Bag MAN" ?!? Bom, é o que diz o NYTimes. Blogueiro desgostou na hora. Mas, vai que alguém da galera interessa, né? O Véi, o Jony, o Bafo, o Pipoca, o Dandra, o Bitão, o Sergião, o Julião, o Bambú, não, acho que o Bambú não vai interessar. De qualquer forma, fica a postagem!

RUBENS GONÇALVES BARRICHELLO

Você sabia disto? Nem eu! Mas, sem dúvida, este é O NOME da centésima vitória brasileira na F1 !

DALLAS COWBOYS' NEW HOME



Já pensou meu Vascão com um estádio destes?! ahahahahahahah

ENCRENCA PARA O VÉI RESOLVER

NÃO TINHA VISTO ISTO!

E o cara não pega nem banco na Amarelinha! Que País é este! Detalhe: narração germânica em êxtase com JorgeBenJor ficou muuuuito show! Vale a pena ver e rever de novo!

ULTIMATE-ULTIMATE-SNOOKER


É mesmo o Fim de uma Época Meu Povo! Acabamos de chegar lá do Snookão da Av. Brasil e este acima foi o resultado! Empate cravado e juramentado entre SergiããoFuriôso e este que vos fala! Mas, ESTE EMPATE TEVE UM GOSTO AMARGO PARA O FURIÔÔSO! Afinal, Sergiãão liderou todo o tempo, chegou a abrir SEIS a TRÊS!! Mas, na reta final, TheMachinePlayer foi buscar o empate vencendo três em menos de meia-hora! Repito: o empate foi buscado com três vitórias em menos de meia-hora! É mesmo o Fim da famosa dialética hegeliana DO SENHOR E DO ESCRAVO! ahahahhahahahahahahah

ULTIMATE-ULTIMATE-SNOOKER

Salve Salve Meu Povo! Calma! Calma! Calma lá que este resultado acima não é do ULTIMATE-ULTIMATE jogado ontem não! Na verdade, este resultado acima nem seria divulgado por conta da brevidade do encontro (que foi interrompido por força Maior das Patroas). Claro que vocês todos já leram aqui no blogue o relato do primeiro grande embate titânico, acontecido após quase dois longos anos de intervalo, entre este blogueiro que vos fala e seu ex-MestreSnookeiro SergiãoFuriôso. Depois do relatado grande embate titânico tivemos este breve encontro que vocês observam resumido nestas fotos: 3 a 2 para EsteBlogueiro que vos fala! Mas, ONTEM, novamente voltamos aos Trabalhos e, eis que finalmente surge a razão para a revelação destas duas imagens que nem seriam divulgadas: ONTEM este blogueiro saiu de casa correndo e não levou máquina para registrar TheMachinePlayer em ação!
# Poooooor conta disto é que fomos obrigados a resgatar estas duas imagens para ilustrar o resultado do jogo de ONTEM que foi SergiãoFuriôso 2 EsteBlogueiroQueVosFala 5! Enfim, ontem os dois jogadores jogaram sem seus respectivos tacos e SergiãoFuriôso foi um Gentlman ao acabar chamando a responsabilidade de jogar com o pior taco. Infelizmente, jogando com material esportivo de inferior qualidade não foi possível para SergiãoFuriôso sustentar uma performance razoável perante o altíssimo nível técnico padronizado durante a partida por TheMachinePlayer! A coisa foi um arraso! Enfim, HOJE devemos ter mais e com participação ultra-especial: TitoPai e TitoFilho! Daremos notícias!


P.S. procura-se LÉO, dito, LÉOBÃOBRIL...

"A" GARAGEM

DESAPROVADO

Não respeitam nem Bandêide mais nesta vida! Rebaixar o coitado a Duréx é demais!

O ALEMÃO E O BAIXINHO: A VOLTA

Vi poucos que possuem tamanho este ESTILO com a bola, poucos mesmo!

Mas, Voltar é crueldade...

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Não, não! Não faço a mínima idéia do que há no www.tecqmenne.be ! A responsabilidade é toda tua! Aliás, meu interesse bloguístico é só pelo Fusca ...

PÂNICO EM UDIA

Olha, acabo de chegar da rua aqui em Udia aonde quase tudo está fechado (só faltam os bancos mas, se os bancos fecharem ... será mesmo o Fim do Mundo, né?!). Fui comprar um termômetro para prevenção futura e, eis que de repente, descubro que não fui só eu que tive esta idéia! Aliás, este termômetro se tornou termômetro para o pânico instalado aqui na cidade por conta da Gripe. E sabem porquê? Para encontrar uma farmácia que ainnnnda tivesse um termômetro destes acima tive que passar por quase dez farmácias! Acabou tudo! E mais, antes de encontrar este aí acima todo mundo queria me vender um termômetro digital que custa o triplo do preço! Me disseram, inclusive, que o frasco deste gel (placebo puro!) de limpar a mão está custando quase 50 paus! O pânico rolando e alguns faturando alto! Este Mundo pode até acabar mas continua o Mesmo...


ISTO É QUE É VIDA

Treinando para voltar à F1! Isto é que Vida! O resto é pura Figuração!

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Pau na canalha
De Joaquim Ferreira dos Santos:
Há quem inveje o estilo literário do suicida em sua carta de despedida, aquele texto prenhe de sinceridade e emoção. O verdadeiro ponto final. Está tudo acabado, não há mais necessidade de posar e se fazer de herói. Enquanto o gás toma conta do ambiente, enquanto o guaraná com formicida faz o efeito libertário, o sujeito senta-se à mesa, pega a caneta e põe os bofes para fora. Acusa, confessa, pede perdão e acerta as contas. Nem aí para as firulas gramaticais. Acima de tudo abre o jogo com o nada a perder dos desesperados. Um belo texto, mas dele sempre pinga uma gota de melancolia.
Eu invejo o estilo literário da carta do leitor na página 6 do GLOBO.
Ele é um suicida literário, sempre prestes a cravar o peito de exclamações virulentas para que a autoridade inescrupulosa, chafurdando na lama da corrupção, tenha vergonha na cara e perceba o despropósito a que chegamos. O jornal é a grande praça pública moderna, o local para se pôr fogo às vestes e gritar que foi ele, pega esse ladrão contumaz. Será que esse energúmeno engravatado, continua o leitor, não percebe que a cidade, essa pocilga, é um valhacouto de bandidos da pior espécie?!
Eu invejo acima de tudo a boca cheia dessas cartas, todas prenhes do que os antigos chamavam de "sem papas na língua". Num mundo dominado pelos corretores de textos, que aproveitam a deixa e corrigem também as emoções, o verbo quente do leitor assíduo fica naquela faixa da eloquência que os editores pedem aos jornalistas profissionais para que seja evitada.
Eu acho que é justamente o que falta, o pau na canalha, o ovo podre da semântica, nas páginas dos jornais.
O leitor não tem medo de processo, não escreve sob o jugo dos manuais de redação e pegou para ele todos os pontos de exclamação que o jornalismo moderno acha brega. É a sua flecha no encalço dos bandidos. Ele mete bronca, usa o "é um absurdo!" como vírgula, e estamos conversados. Não precisa no dia seguinte se desmentir no mesmo espaço, com o mesmo número de linhas. É um homem livre. Já que a autoridade constituída se escondeu no gabinete, ele usa o verbo solto como se espetasse o dedo na cara do salafrário. Nada de pose para agentes literários, nem aí para a academia.
O leitor não discute a necessidade de diploma para escrever no jornal. Passa ao largo dos bons modos da prosa contemporânea e dos regulamentos de inscrição para o Prêmio Esso. Escreve com todas as letras. Ninguém presta. Todos os políticos são bandidos, pulhas da pior espécie. Até quando, senhor prefeito?!
Eu sinceramente invejo a carta do leitor pela rapidez e clareza com que vai ao ponto. Gosto da sua despretensão estilística, uma água límpida que deixa ver no leito do rio as pedras a serem atiradas no quengo dos que se locupletam nas falcatruas públicas. Bandalheira, despautério, chusma de calhordas. O leitor não deve favor nenhum a ninguém. Jamais almoçou no palácio, jamais recebeu uma informação de cocheira do prefeito. Se há governo, é contra - e era isso que estava escrito no início da profissão de jornalista.
A carta do leitor é onde ainda se leva ao pé da letra o princípio básico do negócio de imprimir informação, uma sabedoria cunhada há tempos por Millôr Fernandes - "Jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos e molhados" - e tão desprezada hoje.
Não existe carta do leitor a favor. Todos reclamam, todos esculhambam os poderosos, e ele está certo. Foi exatamente para isso que se derrubaram tantas árvores e gastaram-se galões de tinta.
De todos os textos que li semana passada nenhum me vibrou mais inveja do que o da carta da leitora Cristina Silva Borensztajn, publicado dia 28 na página 6 do GLOBO com o título de "O namorado da neta". Cristina diz que "é um escárnio, um abuso e, acima de tudo, falta de respeito ao cidadão de bem ler nos jornais a frase esnobe do namorado da neta do Sarney". Os professores de Comunicação deveriam exibir a carta de Cristina em suas aulas como exemplo de estilo a ser perseguido. Um primor de fluência. Ela cita a tal frase, uma bobagem do pobre coitado atracado ao cargo que o senador lhe nomeou secretamente, e continua apertando a sua jugular: "Um fedelho". Cristina finaliza na jugular do Sarney: "Isso não é um Senado".
Eu invejo do fundo da redação, já que o coração não é mais de bom tom escancarar em público, essa veemência cívica, essa urgência de justiça, esse sangue que pulsa nas veias das vírgulas da carta do leitor. Era mais ou menos essa a trinca santa do jornalismo, e que se foi ajustando às necessidades de mais elegância no texto, mais cuidado na percepção dos códigos jurídicos e menos personalidade autoral nas matérias. Se os jornais e revistas dão a impressão de terem sido preenchidos por uma única pessoa, na carta dos leitores pululam as personalidades. É liberado o culto das idiossincrasias. É permitido desconfiar de tudo, até mesmo da integridade do jornal, e gritar o que estiver doendo do jeito que lhe aprouver o vernáculo.
Há entre os leitores quem ache a polícia do Rio uma súcia. Outros, deletéria. Sobre a Câmara há unanimidade. Só ladravaz.
Onde já se viu! Assim não dá!
Chega de jornalismo bem comportado, com bênçãos ao ombudsman e elogios ao senhor doutor. Eu quero o estilo desabusado da carta do leitor, a cama de exclamações em que a indignação pública jamais dorme calada.
(Transcrito de O Globo de 3/8/2009)

CARRINHO DO VELHINHO SCHUMI

Quero ver quem vai encarar o Velhinho! eheheheheh

MISSÃO (INFORMÁTICA) IMPOSSÍVEL

Desconfio muitíssimo que se o Bafão não me ajudar (de novo!) nem com este passo-a-passo não sairei do lugar!

RE-ENCONTRO DE TITÃS


Não, não! Não vamos tratar deste clássico do cinema. A imagem acima tenta descrever o ultimate-ultimate snooker que rolou ontem ao cair da noite no Praia. Das 17:25 às 21:35 foram disputadas 20 partidas, repito: 20 partidas em 4 horas! Bom, por volta das cinco da tarde deste sábado recebi um telefonema dele, meu Mestre Snookeiro Sergião-Furiôso, me intimando após quase dooooois anos para um duelo. Imediatamente montei na Burgler 125 e fui responder à intimação! Chegamos ao Praia, fomos recebidos, reconhecidos e saudados pelo chegado que toma conta das mesas que nos perguntou pelo motivo do sumiço. Respondi que estive andando por este mundão de Deus e o Sergião explicou sobre o mundo da paternidade. Enfim, partimos para o que duelo. Nas 8 primeiras partidas disputadas tudo igual: 4 a 4. Depois, este blogueiro abriu duas de frente: 6 a 4. E aí, bem aí a famosa BLUE BALL do Sergião entrou em "campo". Quando dei por mim, ou melhor, quando-é-fé o jogo estava 10 a 7 para Sergião. Fim de Jogo? No Way! Num último suspiro e desespero este escriba foi buscar o QUASE empate: 10 a 9! Após este placar e o relógio já mostrava o fim do jogo: eram 21:15 e o Praia fecharia às 22! Ou seja, a próxim partida seria EMPATAR ou PERDER! Começa a partida e ... de repente, Sergião já está com 20 pontos na frente! Mais um pouco e fim de jogo! Sergião fecha o conjunto disputado de 20 partidas em 11 a 9! E isto, ainda reclamando das mesas do Praia! Que, segundo meu Mestre Sergião, seriam bocudas demais e correriam demais com a bola branca! Imaginem só se a mesa fosse do agrado dele! Só mesmo dizendo: até a próxima Furiôso!