# Poooooor conta disto é que fomos obrigados a resgatar estas duas imagens para ilustrar o resultado do jogo de ONTEM que foi SergiãoFuriôso 2 EsteBlogueiroQueVosFala 5! Enfim, ontem os dois jogadores jogaram sem seus respectivos tacos e SergiãoFuriôso foi um Gentlman ao acabar chamando a responsabilidade de jogar com o pior taco. Infelizmente, jogando com material esportivo de inferior qualidade não foi possível para SergiãoFuriôso sustentar uma performance razoável perante o altíssimo nível técnico padronizado durante a partida por TheMachinePlayer! A coisa foi um arraso! Enfim, HOJE devemos ter mais e com participação ultra-especial: TitoPai e TitoFilho! Daremos notícias!
ULTIMATE-ULTIMATE-SNOOKER
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Não, não! Não faço a mínima idéia do que há no www.tecqmenne.be ! A responsabilidade é toda tua! Aliás, meu interesse bloguístico é só pelo Fusca ...PÂNICO EM UDIA
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Pau na canalha
De Joaquim Ferreira dos Santos:
Há quem inveje o estilo literário do suicida em sua carta de despedida, aquele texto prenhe de sinceridade e emoção. O verdadeiro ponto final. Está tudo acabado, não há mais necessidade de posar e se fazer de herói. Enquanto o gás toma conta do ambiente, enquanto o guaraná com formicida faz o efeito libertário, o sujeito senta-se à mesa, pega a caneta e põe os bofes para fora. Acusa, confessa, pede perdão e acerta as contas. Nem aí para as firulas gramaticais. Acima de tudo abre o jogo com o nada a perder dos desesperados. Um belo texto, mas dele sempre pinga uma gota de melancolia.
Eu invejo o estilo literário da carta do leitor na página 6 do GLOBO.
Ele é um suicida literário, sempre prestes a cravar o peito de exclamações virulentas para que a autoridade inescrupulosa, chafurdando na lama da corrupção, tenha vergonha na cara e perceba o despropósito a que chegamos. O jornal é a grande praça pública moderna, o local para se pôr fogo às vestes e gritar que foi ele, pega esse ladrão contumaz. Será que esse energúmeno engravatado, continua o leitor, não percebe que a cidade, essa pocilga, é um valhacouto de bandidos da pior espécie?!
Eu invejo acima de tudo a boca cheia dessas cartas, todas prenhes do que os antigos chamavam de "sem papas na língua". Num mundo dominado pelos corretores de textos, que aproveitam a deixa e corrigem também as emoções, o verbo quente do leitor assíduo fica naquela faixa da eloquência que os editores pedem aos jornalistas profissionais para que seja evitada.
Eu acho que é justamente o que falta, o pau na canalha, o ovo podre da semântica, nas páginas dos jornais.
O leitor não tem medo de processo, não escreve sob o jugo dos manuais de redação e pegou para ele todos os pontos de exclamação que o jornalismo moderno acha brega. É a sua flecha no encalço dos bandidos. Ele mete bronca, usa o "é um absurdo!" como vírgula, e estamos conversados. Não precisa no dia seguinte se desmentir no mesmo espaço, com o mesmo número de linhas. É um homem livre. Já que a autoridade constituída se escondeu no gabinete, ele usa o verbo solto como se espetasse o dedo na cara do salafrário. Nada de pose para agentes literários, nem aí para a academia.
O leitor não discute a necessidade de diploma para escrever no jornal. Passa ao largo dos bons modos da prosa contemporânea e dos regulamentos de inscrição para o Prêmio Esso. Escreve com todas as letras. Ninguém presta. Todos os políticos são bandidos, pulhas da pior espécie. Até quando, senhor prefeito?!
Eu sinceramente invejo a carta do leitor pela rapidez e clareza com que vai ao ponto. Gosto da sua despretensão estilística, uma água límpida que deixa ver no leito do rio as pedras a serem atiradas no quengo dos que se locupletam nas falcatruas públicas. Bandalheira, despautério, chusma de calhordas. O leitor não deve favor nenhum a ninguém. Jamais almoçou no palácio, jamais recebeu uma informação de cocheira do prefeito. Se há governo, é contra - e era isso que estava escrito no início da profissão de jornalista.
A carta do leitor é onde ainda se leva ao pé da letra o princípio básico do negócio de imprimir informação, uma sabedoria cunhada há tempos por Millôr Fernandes - "Jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos e molhados" - e tão desprezada hoje.
Não existe carta do leitor a favor. Todos reclamam, todos esculhambam os poderosos, e ele está certo. Foi exatamente para isso que se derrubaram tantas árvores e gastaram-se galões de tinta.
De todos os textos que li semana passada nenhum me vibrou mais inveja do que o da carta da leitora Cristina Silva Borensztajn, publicado dia 28 na página 6 do GLOBO com o título de "O namorado da neta". Cristina diz que "é um escárnio, um abuso e, acima de tudo, falta de respeito ao cidadão de bem ler nos jornais a frase esnobe do namorado da neta do Sarney". Os professores de Comunicação deveriam exibir a carta de Cristina em suas aulas como exemplo de estilo a ser perseguido. Um primor de fluência. Ela cita a tal frase, uma bobagem do pobre coitado atracado ao cargo que o senador lhe nomeou secretamente, e continua apertando a sua jugular: "Um fedelho". Cristina finaliza na jugular do Sarney: "Isso não é um Senado".
Eu invejo do fundo da redação, já que o coração não é mais de bom tom escancarar em público, essa veemência cívica, essa urgência de justiça, esse sangue que pulsa nas veias das vírgulas da carta do leitor. Era mais ou menos essa a trinca santa do jornalismo, e que se foi ajustando às necessidades de mais elegância no texto, mais cuidado na percepção dos códigos jurídicos e menos personalidade autoral nas matérias. Se os jornais e revistas dão a impressão de terem sido preenchidos por uma única pessoa, na carta dos leitores pululam as personalidades. É liberado o culto das idiossincrasias. É permitido desconfiar de tudo, até mesmo da integridade do jornal, e gritar o que estiver doendo do jeito que lhe aprouver o vernáculo.
Há entre os leitores quem ache a polícia do Rio uma súcia. Outros, deletéria. Sobre a Câmara há unanimidade. Só ladravaz.
Onde já se viu! Assim não dá!
Chega de jornalismo bem comportado, com bênçãos ao ombudsman e elogios ao senhor doutor. Eu quero o estilo desabusado da carta do leitor, a cama de exclamações em que a indignação pública jamais dorme calada.
(Transcrito de O Globo de 3/8/2009)
De Joaquim Ferreira dos Santos:
Há quem inveje o estilo literário do suicida em sua carta de despedida, aquele texto prenhe de sinceridade e emoção. O verdadeiro ponto final. Está tudo acabado, não há mais necessidade de posar e se fazer de herói. Enquanto o gás toma conta do ambiente, enquanto o guaraná com formicida faz o efeito libertário, o sujeito senta-se à mesa, pega a caneta e põe os bofes para fora. Acusa, confessa, pede perdão e acerta as contas. Nem aí para as firulas gramaticais. Acima de tudo abre o jogo com o nada a perder dos desesperados. Um belo texto, mas dele sempre pinga uma gota de melancolia.
Eu invejo o estilo literário da carta do leitor na página 6 do GLOBO.
Ele é um suicida literário, sempre prestes a cravar o peito de exclamações virulentas para que a autoridade inescrupulosa, chafurdando na lama da corrupção, tenha vergonha na cara e perceba o despropósito a que chegamos. O jornal é a grande praça pública moderna, o local para se pôr fogo às vestes e gritar que foi ele, pega esse ladrão contumaz. Será que esse energúmeno engravatado, continua o leitor, não percebe que a cidade, essa pocilga, é um valhacouto de bandidos da pior espécie?!
Eu invejo acima de tudo a boca cheia dessas cartas, todas prenhes do que os antigos chamavam de "sem papas na língua". Num mundo dominado pelos corretores de textos, que aproveitam a deixa e corrigem também as emoções, o verbo quente do leitor assíduo fica naquela faixa da eloquência que os editores pedem aos jornalistas profissionais para que seja evitada.
Eu acho que é justamente o que falta, o pau na canalha, o ovo podre da semântica, nas páginas dos jornais.
O leitor não tem medo de processo, não escreve sob o jugo dos manuais de redação e pegou para ele todos os pontos de exclamação que o jornalismo moderno acha brega. É a sua flecha no encalço dos bandidos. Ele mete bronca, usa o "é um absurdo!" como vírgula, e estamos conversados. Não precisa no dia seguinte se desmentir no mesmo espaço, com o mesmo número de linhas. É um homem livre. Já que a autoridade constituída se escondeu no gabinete, ele usa o verbo solto como se espetasse o dedo na cara do salafrário. Nada de pose para agentes literários, nem aí para a academia.
O leitor não discute a necessidade de diploma para escrever no jornal. Passa ao largo dos bons modos da prosa contemporânea e dos regulamentos de inscrição para o Prêmio Esso. Escreve com todas as letras. Ninguém presta. Todos os políticos são bandidos, pulhas da pior espécie. Até quando, senhor prefeito?!
Eu sinceramente invejo a carta do leitor pela rapidez e clareza com que vai ao ponto. Gosto da sua despretensão estilística, uma água límpida que deixa ver no leito do rio as pedras a serem atiradas no quengo dos que se locupletam nas falcatruas públicas. Bandalheira, despautério, chusma de calhordas. O leitor não deve favor nenhum a ninguém. Jamais almoçou no palácio, jamais recebeu uma informação de cocheira do prefeito. Se há governo, é contra - e era isso que estava escrito no início da profissão de jornalista.
A carta do leitor é onde ainda se leva ao pé da letra o princípio básico do negócio de imprimir informação, uma sabedoria cunhada há tempos por Millôr Fernandes - "Jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos e molhados" - e tão desprezada hoje.
Não existe carta do leitor a favor. Todos reclamam, todos esculhambam os poderosos, e ele está certo. Foi exatamente para isso que se derrubaram tantas árvores e gastaram-se galões de tinta.
De todos os textos que li semana passada nenhum me vibrou mais inveja do que o da carta da leitora Cristina Silva Borensztajn, publicado dia 28 na página 6 do GLOBO com o título de "O namorado da neta". Cristina diz que "é um escárnio, um abuso e, acima de tudo, falta de respeito ao cidadão de bem ler nos jornais a frase esnobe do namorado da neta do Sarney". Os professores de Comunicação deveriam exibir a carta de Cristina em suas aulas como exemplo de estilo a ser perseguido. Um primor de fluência. Ela cita a tal frase, uma bobagem do pobre coitado atracado ao cargo que o senador lhe nomeou secretamente, e continua apertando a sua jugular: "Um fedelho". Cristina finaliza na jugular do Sarney: "Isso não é um Senado".
Eu invejo do fundo da redação, já que o coração não é mais de bom tom escancarar em público, essa veemência cívica, essa urgência de justiça, esse sangue que pulsa nas veias das vírgulas da carta do leitor. Era mais ou menos essa a trinca santa do jornalismo, e que se foi ajustando às necessidades de mais elegância no texto, mais cuidado na percepção dos códigos jurídicos e menos personalidade autoral nas matérias. Se os jornais e revistas dão a impressão de terem sido preenchidos por uma única pessoa, na carta dos leitores pululam as personalidades. É liberado o culto das idiossincrasias. É permitido desconfiar de tudo, até mesmo da integridade do jornal, e gritar o que estiver doendo do jeito que lhe aprouver o vernáculo.
Há entre os leitores quem ache a polícia do Rio uma súcia. Outros, deletéria. Sobre a Câmara há unanimidade. Só ladravaz.
Onde já se viu! Assim não dá!
Chega de jornalismo bem comportado, com bênçãos ao ombudsman e elogios ao senhor doutor. Eu quero o estilo desabusado da carta do leitor, a cama de exclamações em que a indignação pública jamais dorme calada.
(Transcrito de O Globo de 3/8/2009)
MISSÃO (INFORMÁTICA) IMPOSSÍVEL
Desconfio muitíssimo que se o Bafão não me ajudar (de novo!) nem com este passo-a-passo não sairei do lugar!
RE-ENCONTRO DE TITÃS

Não, não! Não vamos tratar deste clássico do cinema. A imagem acima tenta descrever o ultimate-ultimate snooker que rolou ontem ao cair da noite no Praia. Das 17:25 às 21:35 foram disputadas 20 partidas, repito: 20 partidas em 4 horas! Bom, por volta das cinco da tarde deste sábado recebi um telefonema dele, meu Mestre Snookeiro Sergião-Furiôso, me intimando após quase dooooois anos para um duelo. Imediatamente montei na Burgler 125 e fui responder à intimação! Chegamos ao Praia, fomos recebidos, reconhecidos e saudados pelo chegado que toma conta das mesas que nos perguntou pelo motivo do sumiço. Respondi que estive andando por este mundão de Deus e o Sergião explicou sobre o mundo da paternidade. Enfim, partimos para o que duelo. Nas 8 primeiras partidas disputadas tudo igual: 4 a 4. Depois, este blogueiro abriu duas de frente: 6 a 4. E aí, bem aí a famosa BLUE BALL do Sergião entrou em "campo". Quando dei por mim, ou melhor, quando-é-fé o jogo estava 10 a 7 para Sergião. Fim de Jogo? No Way! Num último suspiro e desespero este escriba foi buscar o QUASE empate: 10 a 9! Após este placar e o relógio já mostrava o fim do jogo: eram 21:15 e o Praia fecharia às 22! Ou seja, a próxim partida seria EMPATAR ou PERDER! Começa a partida e ... de repente, Sergião já está com 20 pontos na frente! Mais um pouco e fim de jogo! Sergião fecha o conjunto disputado de 20 partidas em 11 a 9! E isto, ainda reclamando das mesas do Praia! Que, segundo meu Mestre Sergião, seriam bocudas demais e correriam demais com a bola branca! Imaginem só se a mesa fosse do agrado dele! Só mesmo dizendo: até a próxima Furiôso!
OBITUARY
Sir Peter Strawson
Prime philosopher of Oxford's golden age, and champion of both the richness of ordinary language and of natural belief
Jane O'Grady
The Guardian, Wednesday 15 February 2006
Oxford was the world capital of philosophy between 1950 and 1970, and American academics flocked there, rather than the traffic going the other way. That golden age had no greater philosopher than Sir Peter Strawson, who has died aged 86.
He was Waynflete professor at Oxford from 1968 to 1987, and was knighted in 1977; but he first gained philosophical fame at the age of 29 in 1950, when he criticised Bertrand Russell's renowned Theory of Descriptions for failing to do justice to the richness of ordinary language. Strawson, an intellectual prize-fighter, soon took on the Oxford ordinary language philosopher, JL Austin, and the American giant of logic, Willard van Orman Quine.
Strawson, even more than Hume, Kant and Wittgenstein, insisted on the richness and ineluctability of ordinary language and natural beliefs. In Individuals (1959) and The Bounds of Sense (1966), he sought to give a rational account of beliefs "stubbornly held ... at a primitive level of reflection"; these, even if rejected, or apparently rejected, by philosophers "at a more sophisticated level of reflection", are what we are all "naturally and inescapably committed to".
From meticulous analysis of how humans actually describe the world, Strawson spun what he called "descriptive metaphysics" at a time when metaphysics was anathema, and so helped transform the strictures of positivism and linguistic analysis into the more comprehensive and metaphysical philosophy of the 1960s.
Strawson was born in Ealing, west London, and brought up in Finchley by his parents, who were both teachers. He was educated at Christ's College, Finchley, won a state scholarship and, in 1937, aged 17, went up to St John's College, Oxford, where he read philosophy, politics and economics, specialising in logic and the philosophy of Kant.
He left in 1940 with a disappointing degree, and joined first the Royal Artillery, and then, in 1942, the newly formed Royal Electrical and Mechanical Engineers. Much of his war was spent working on radar. Before being posted to Italy with the occupying army, he married his long-term girlfriend Grace Hall Martin, "probably the most judicious action of my life".
Strawson became assistant lecturer in philosophy at the University College of North Wales in 1946. A year later he won the John Locke scholarship at Oxford, and the then Waynflete professor, Gilbert Ryle, who was impressed with his prize-winning essay, recommended the young man to University College, where he became a college lecturer, and, in 1948, a fellow.
Ryle, then editor of Mind, was soon impressed with reports of Strawson's lectures, and asked to publish one. On Referring, published in Mind in 1950, attacked Russell's On Denoting (1905). Russell had claimed that any sentence referring to non-existent or contradictory entities (such as unicorns, round squares, or the king of France) can be logically analysed into an assertion that a particular thing exists and has certain properties - the sentence turns out to be simply false.
But Strawson argued that sentences are not in themselves true or false, simply meaningful; it is the statements that they are used to make that are true or false. "The King of France is wise" could have been used to make a true or a false statement during the years of the French monarchy, but after France became a republic, the sentence "The King of France is wise" used in a fairy story, historical legend, or joke, did not give rise to a question of truth or falsity.
Strawson said Russell had failed to distinguish between a sentence and a statement, and had confused referring or mentioning with meaning. Merely by implying that someone existed, Russell had presupposed his existence. He had distorted the nature of how "we actually use and understand" language in an attempt to squash its complexity into uniform usage.
Strawson had struck a blow for ordinary language logic. Formal logic he considered "an indispensable tool indeed for clarifying much of our thought, but not, as some are tempted to suppose, the unique and sufficient key to the functioning of language and thought in general". When his erstwhile tutor Paul Grice declared, "If you can't put it in symbols, it's not worth saying," Strawson retorted: "If you can put it in symbols, it's not worth saying."
Strawson's first love was literature. He could recite reams of poetry by heart. He would have liked to be a poet rather than a philosopher, but was only what he dismissively dubbed a competent versifier, writing near-pastiches of Pope. One poem, in the voice of an English spinster, mused on the sign above a bed in a French hotel: "Défense de pousser des cris de joie." (No uttering yells of joy.)
The contrast between the idealised abstraction of formal logic and the richness of ordinary language was further stressed in Strawson's 1952 Introduction to Logical Theory. Quine paid it the compliment of a lengthy if critical review. Strawson criticised Quine's famous dismantling of the analytic/synthetic distinction in his work In Defence of a Dogma (1956), which he co-authored with Paul Grice. Over the years he continued to attack Quine, who nevertheless became a lifelong friend.
He also challenged the philosopher JL Austin, who invited him to reply to his paper on truth at the joint session of the Mind and Aristotelian Society in 1950. Austin's correspondence theory of truth never recovered from Strawson's onslaught, which Strawson pursued in two more articles, in 1964 and 1965.
Strawson's philosophical belligerence was belied by his courtly demeanour, but, like his brother, who was a major-general and military historian, he loved playing war games. With John Carswell, the secretary to the British Academy, he spent hours playing games of high military strategy, according to a complex set of devised rules, with lead soldiers that shot nails from their muskets. Strawson, who never lost a game, was furious if any of his children disturbed his soldiers.
Having approached philosophy without any large general plan of campaign, but with the aim of elucidating particular concepts, Strawson subtitled his work Individuals (1959), "an essay in descriptive metaphysics". He did not aim to replace our overall view of the world, as would a revisionary metaphysician such as Descartes or Leibnitz, he sought to exhibit "general and structural features of the conceptual scheme in terms of which we think about particular things".
Using the thought-experiment of a world composed entirely of sounds, he argued that the most basic particular things could be neither sense experiences, as proposed by traditional empiricism, nor atomic particles, as in science, nor events or processes, since none of these can easily be re-identified or even identified. He claimed that material bodies are primitive in our conceptual scheme, as are persons, to whom both states of consciousness and corporeal characteristics "are equally applicable".
Against the Descartes-inspired notion that a person is "an embodied anima", Strawson argued that we do not begin from our own consciousness and work outwards, but the reverse - "it is a necessary condition of one's ascribing states of consciousness, experiences, to oneself ... that one should also ascribe them, or be prepared to ascribe them, to others who are not oneself".
In The Bounds of Sense (1966), a scholarly exposition of Kant's Critique of Pure Reason, Strawson used what remained fruitful in Kant to investigate further the "limits to what we can conceive of, or make intelligible to ourselves, as a possible general structure of experience". By using a Kant-type transcendental argument, his classic Freedom and Resentment (1960) contested that it is impossible in practice to believe in determinism, whatever the philosophical arguments for it.
Strawson claimed that human relationships necessarily presuppose that our actions are done out of free will, are seen as revealing kindness, malevolence or indifference, and merit responses such as resentment, forgiveness and gratitude. He conceded that it was possible occasionally to suspend these "normal participant reactive attitudes" for the objective attitude by which we see small children or the psychologically abnormal as exempt from moral responsibility or censure (and, in the worst cases, as objects to be tolerated and controlled).
But the reactive attitudes are "too thorough going and deeply rooted", too essential for inter-personal connectedness, to be suspended wholesale, so that "it is useless to ask whether it would not be rational for us to do what it is not in our nature to (be able to) do".
Freedom and Resentment was based on the lecture Strawson gave on becoming a member of the British Academy in 1960. He was visiting professor at Duke University, North Carolina in 1955, at Princeton in 1972, the College de France in 1985, Woodbridge lecturer at Columbia in 1983, and in 1985 Immanuel Kant lecturer at Munich, where he became an honorary doctor in 1998.
In papers published in various collections over the years, he continued to give short shrift to a new generation of reductive philosophers who claimed that what he called "the scientific-objective standpoint" was paramount. To the theory that mental states are no more than brain states, he responded in Scepticism and Naturalism (1985) that "we have no genuine practical use for the concept of [mind-brain] identity here".
He would have no truck with the voguish idea that talk of feelings, thoughts and mental life is merely an atavistic theory which will be superseded by neuroscience. He sarcastically retorted that what materialists disparagingly term folk psychology is "the province of such simple folk as Shakespeare, Tolstoy, Proust and Henry James".
For all his insistence on "the inescapability of the natural or common human standpoint", Strawson was no populariser or champion of the demotic. He was, joked a colleague, the least primitive of persons.
When someone in the audience of his 1977 lectures in Yugoslavia accused him of a bourgeois outlook, he replied, "But I am bourgeois, an elitist liberal bourgeois." He professed delight in literature, landscape, architecture, the company of clever and beautiful women, and of his family, finding his children "all variously gifted, and all, to my mind, invariably charming".
He is survived by his wife, Grace, whom he renamed Ann, two daughters, and two sons, the elder of whom, Galen, is a philosopher at Reading University.
· Sir Peter Frederick Strawson, philosopher, born November 23 1919; died February 13 2006.
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guardian.co.uk © Guardian News and Media Limited 2009
Prime philosopher of Oxford's golden age, and champion of both the richness of ordinary language and of natural belief
Jane O'Grady
The Guardian, Wednesday 15 February 2006
Oxford was the world capital of philosophy between 1950 and 1970, and American academics flocked there, rather than the traffic going the other way. That golden age had no greater philosopher than Sir Peter Strawson, who has died aged 86.
He was Waynflete professor at Oxford from 1968 to 1987, and was knighted in 1977; but he first gained philosophical fame at the age of 29 in 1950, when he criticised Bertrand Russell's renowned Theory of Descriptions for failing to do justice to the richness of ordinary language. Strawson, an intellectual prize-fighter, soon took on the Oxford ordinary language philosopher, JL Austin, and the American giant of logic, Willard van Orman Quine.
Strawson, even more than Hume, Kant and Wittgenstein, insisted on the richness and ineluctability of ordinary language and natural beliefs. In Individuals (1959) and The Bounds of Sense (1966), he sought to give a rational account of beliefs "stubbornly held ... at a primitive level of reflection"; these, even if rejected, or apparently rejected, by philosophers "at a more sophisticated level of reflection", are what we are all "naturally and inescapably committed to".
From meticulous analysis of how humans actually describe the world, Strawson spun what he called "descriptive metaphysics" at a time when metaphysics was anathema, and so helped transform the strictures of positivism and linguistic analysis into the more comprehensive and metaphysical philosophy of the 1960s.
Strawson was born in Ealing, west London, and brought up in Finchley by his parents, who were both teachers. He was educated at Christ's College, Finchley, won a state scholarship and, in 1937, aged 17, went up to St John's College, Oxford, where he read philosophy, politics and economics, specialising in logic and the philosophy of Kant.
He left in 1940 with a disappointing degree, and joined first the Royal Artillery, and then, in 1942, the newly formed Royal Electrical and Mechanical Engineers. Much of his war was spent working on radar. Before being posted to Italy with the occupying army, he married his long-term girlfriend Grace Hall Martin, "probably the most judicious action of my life".
Strawson became assistant lecturer in philosophy at the University College of North Wales in 1946. A year later he won the John Locke scholarship at Oxford, and the then Waynflete professor, Gilbert Ryle, who was impressed with his prize-winning essay, recommended the young man to University College, where he became a college lecturer, and, in 1948, a fellow.
Ryle, then editor of Mind, was soon impressed with reports of Strawson's lectures, and asked to publish one. On Referring, published in Mind in 1950, attacked Russell's On Denoting (1905). Russell had claimed that any sentence referring to non-existent or contradictory entities (such as unicorns, round squares, or the king of France) can be logically analysed into an assertion that a particular thing exists and has certain properties - the sentence turns out to be simply false.
But Strawson argued that sentences are not in themselves true or false, simply meaningful; it is the statements that they are used to make that are true or false. "The King of France is wise" could have been used to make a true or a false statement during the years of the French monarchy, but after France became a republic, the sentence "The King of France is wise" used in a fairy story, historical legend, or joke, did not give rise to a question of truth or falsity.
Strawson said Russell had failed to distinguish between a sentence and a statement, and had confused referring or mentioning with meaning. Merely by implying that someone existed, Russell had presupposed his existence. He had distorted the nature of how "we actually use and understand" language in an attempt to squash its complexity into uniform usage.
Strawson had struck a blow for ordinary language logic. Formal logic he considered "an indispensable tool indeed for clarifying much of our thought, but not, as some are tempted to suppose, the unique and sufficient key to the functioning of language and thought in general". When his erstwhile tutor Paul Grice declared, "If you can't put it in symbols, it's not worth saying," Strawson retorted: "If you can put it in symbols, it's not worth saying."
Strawson's first love was literature. He could recite reams of poetry by heart. He would have liked to be a poet rather than a philosopher, but was only what he dismissively dubbed a competent versifier, writing near-pastiches of Pope. One poem, in the voice of an English spinster, mused on the sign above a bed in a French hotel: "Défense de pousser des cris de joie." (No uttering yells of joy.)
The contrast between the idealised abstraction of formal logic and the richness of ordinary language was further stressed in Strawson's 1952 Introduction to Logical Theory. Quine paid it the compliment of a lengthy if critical review. Strawson criticised Quine's famous dismantling of the analytic/synthetic distinction in his work In Defence of a Dogma (1956), which he co-authored with Paul Grice. Over the years he continued to attack Quine, who nevertheless became a lifelong friend.
He also challenged the philosopher JL Austin, who invited him to reply to his paper on truth at the joint session of the Mind and Aristotelian Society in 1950. Austin's correspondence theory of truth never recovered from Strawson's onslaught, which Strawson pursued in two more articles, in 1964 and 1965.
Strawson's philosophical belligerence was belied by his courtly demeanour, but, like his brother, who was a major-general and military historian, he loved playing war games. With John Carswell, the secretary to the British Academy, he spent hours playing games of high military strategy, according to a complex set of devised rules, with lead soldiers that shot nails from their muskets. Strawson, who never lost a game, was furious if any of his children disturbed his soldiers.
Having approached philosophy without any large general plan of campaign, but with the aim of elucidating particular concepts, Strawson subtitled his work Individuals (1959), "an essay in descriptive metaphysics". He did not aim to replace our overall view of the world, as would a revisionary metaphysician such as Descartes or Leibnitz, he sought to exhibit "general and structural features of the conceptual scheme in terms of which we think about particular things".
Using the thought-experiment of a world composed entirely of sounds, he argued that the most basic particular things could be neither sense experiences, as proposed by traditional empiricism, nor atomic particles, as in science, nor events or processes, since none of these can easily be re-identified or even identified. He claimed that material bodies are primitive in our conceptual scheme, as are persons, to whom both states of consciousness and corporeal characteristics "are equally applicable".
Against the Descartes-inspired notion that a person is "an embodied anima", Strawson argued that we do not begin from our own consciousness and work outwards, but the reverse - "it is a necessary condition of one's ascribing states of consciousness, experiences, to oneself ... that one should also ascribe them, or be prepared to ascribe them, to others who are not oneself".
In The Bounds of Sense (1966), a scholarly exposition of Kant's Critique of Pure Reason, Strawson used what remained fruitful in Kant to investigate further the "limits to what we can conceive of, or make intelligible to ourselves, as a possible general structure of experience". By using a Kant-type transcendental argument, his classic Freedom and Resentment (1960) contested that it is impossible in practice to believe in determinism, whatever the philosophical arguments for it.
Strawson claimed that human relationships necessarily presuppose that our actions are done out of free will, are seen as revealing kindness, malevolence or indifference, and merit responses such as resentment, forgiveness and gratitude. He conceded that it was possible occasionally to suspend these "normal participant reactive attitudes" for the objective attitude by which we see small children or the psychologically abnormal as exempt from moral responsibility or censure (and, in the worst cases, as objects to be tolerated and controlled).
But the reactive attitudes are "too thorough going and deeply rooted", too essential for inter-personal connectedness, to be suspended wholesale, so that "it is useless to ask whether it would not be rational for us to do what it is not in our nature to (be able to) do".
Freedom and Resentment was based on the lecture Strawson gave on becoming a member of the British Academy in 1960. He was visiting professor at Duke University, North Carolina in 1955, at Princeton in 1972, the College de France in 1985, Woodbridge lecturer at Columbia in 1983, and in 1985 Immanuel Kant lecturer at Munich, where he became an honorary doctor in 1998.
In papers published in various collections over the years, he continued to give short shrift to a new generation of reductive philosophers who claimed that what he called "the scientific-objective standpoint" was paramount. To the theory that mental states are no more than brain states, he responded in Scepticism and Naturalism (1985) that "we have no genuine practical use for the concept of [mind-brain] identity here".
He would have no truck with the voguish idea that talk of feelings, thoughts and mental life is merely an atavistic theory which will be superseded by neuroscience. He sarcastically retorted that what materialists disparagingly term folk psychology is "the province of such simple folk as Shakespeare, Tolstoy, Proust and Henry James".
For all his insistence on "the inescapability of the natural or common human standpoint", Strawson was no populariser or champion of the demotic. He was, joked a colleague, the least primitive of persons.
When someone in the audience of his 1977 lectures in Yugoslavia accused him of a bourgeois outlook, he replied, "But I am bourgeois, an elitist liberal bourgeois." He professed delight in literature, landscape, architecture, the company of clever and beautiful women, and of his family, finding his children "all variously gifted, and all, to my mind, invariably charming".
He is survived by his wife, Grace, whom he renamed Ann, two daughters, and two sons, the elder of whom, Galen, is a philosopher at Reading University.
· Sir Peter Frederick Strawson, philosopher, born November 23 1919; died February 13 2006.
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Strawson obituary guardian.uk
"CTRL C CTRL V" By TRILHAS
Enviado por Ricardo Noblat - 30.7.2009 18h26m
Peço desculpas públicas ao presidente da República por ter criticado seu comportamento diante da crise que abala o Senado e ameaça o mandato do senador José Sarney.
Precipitei-me. Fui leviano. Imaginei ter visto Lula interferir várias vezes na vida do Senado - antes da crise irromper e com ela em curso.
Antes: quando Tião Viana (PT-AC) foi ao Palácio do Planalto e saiu de lá com o sinal verde dado por Lula para disputar a presidência do Senado.
Antes: quando Sarney foi a Lula e jurou três vezes que não seria candidato.
Antes: quando Sarney voltou a Lula e disse que seria candidato atendendo a uma convocação do PMDB.
Antes: quando Lula então abandonou Tião e ficou com Sarney.
Depois que a crise foi detonada: quando ele afirmou que Sarney era uma pessoa incomum e que, portanto, merecia ser tratado como uma pessoa incomum.
Depois: quando ele disse e repetiu várias vezes que o Senado não poderia ser paralisado por denúncias publicadas diariamente pelos jornais - e desdenhou delas.
Depois: quando ele mandou Dilma Rousseff avisar a Sarney que o apoiaria para o que desse e viesse.
Depois: quando ele forçou o PT no Senado a mudar de posição e esquecer o pedido para que Sarney se licenciasse do cargo.
Depois: quando ele escaloui o ministro José Múcio Monteiro, das Relações Institucionais, para desautorizar o líder do PT Aloizio Mercadante que voltara a defender a licença de Sarney.
Foi tudo um tremendo engano da minha parte. E não me consola o fato de que a maioria dos meus colegas também se enganou.
Fomos vítimas de um ataque de cegueira coletiva.
Lula disse hoje, irritado, que nada tem a ver com a crise do Senado. E disse também que a permanência de Sarney na presidência do Senado não é problema dele.
Foi uma declaração coerente com com suas atitudes recentes.
Sarney foi devolvido ao estágio anterior de homem comum.
Perdão, presidente!
ESPAÇO DANDRA JIMBO
TRILHAS ESTÁ NO TWITTER
Sabe lá para que serve uma "plataforma" usada maciça e simultâneamente por celebridades e jornalistas mas, por via das dúvidas, nosso Trilhas de História está lá para conferir no que isto vai dar!
NA CASA DO VÉI EM ANÁPOLIS'
Blogueiro assiste Pipoca ao volante!
Aproveitando que hoje tivemos esta notícia bomba do RETORNO DO ALEMÃO (veja postagem abaixo) quero relatar OS TEMPOS DO INCRÍVEL PEGA QUE ROLOU NA CASA DO VÉI neste fim de semana passado! Sim, sim! Vocês não sabiam e muito menos este blogueiro sabia mas, o Véi está treinando num simulador desde 2005! Pode uma coisa destas? Na surdina todo santo dia o Véi desde 2005 detona pelo menos quatro horas por dia de sangue, suor e lágrimas debruçado sobre um simulador de corridas! Bom, daí que chegamos em Anápolis e no sábado o Véi monta o simulador dele na 37 polegadas da sala juntamente com o som Pioneer gigantesco! Eu e Pipoca ficamos pasmos! André Tito no sábado não deu muita atenção ao "brinquedo" (ficou tomando uma cerveja importada que nem me lembro o nome! rs.rs...). Mas, o Véi raposa velha cuidou de nos deixar atônitos no sábado somente com a CONFIGURAÇÃO DOS CARROS! Uma complexidade dos infernos! Neguinho não conseguia nem tirar as máquinas da garagem! Um barulho infernal dos motores e naaaada de sair da garagem! Pipoca já pedia pelo-amor-di-Deus para o Véi configurar um set up basicão para a gente poder pelo menos realizar tempos que pudessem ser comparados e naaaaada! Enfim, acabou o sábado e ficamos com gosto de quero mais enquanto o André apagou no sofá da sala durante estas nossas tentativas de jogar. No oooooooutro dia, logo após a corrida, aí sim o Véi aceitou a proposta do Pipoca e configurou um set up basicão para a galera poder competir (lembrem-se que o Véi é dono do brinquedo desde 2005, hein!). Resultado da competição:#
Em PRIMEIRO LUGAR com___1.23,164 = Pipoca
Em segundo lugar com________ 1.23,314 = Véi
Em terceiro lugar com________ 1.23,370 = Humberto Ferrari (este que vos fala!)
Em quarto lugar com________ 1.28. 870 = Tito Jimbo (que só no domingo tomou gosto pela coisa mas já era tarde para entrar no mesmo segundo: fez promessa que na próxima vai!)
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Enfim, quando as Patroas convocaram para irmos embora nós, os maridos, devemos ter feito até cara de choro! ahahahahah E, claro, Pipoqueiro saiu daquele jeito que vocês conhecem: tirando uma oooonda gigantesca! Afinal, mais uma vez ele cumpriu aquela lenda de nunca ter visto a nuca do Véi! ahahahahah Este blogueiro saiu injuriado e escoriado do "pega"! Afinal, o Véi no desespero de não despencar para o terceiro lugar resolveu apelar para as velhas táticas de Nelsão Piquet contra Nigel Mansell e causou quase um torcicolo no meu ombro esquerdo com uma cacetada! Coisa Nunca Antes Vista na Históóóória do Automobilismo Mundial! A Federação Intergaláctica de Automobilismo já abriu inquérito e esta microscópica diferença entre nós deve ser caçada na próxima etapa (56 milésimos de segundo!). E mais, teve gente que saiu de Anápolis prometendo comprar CPU nova com volante e pedais ultra-intergalácticos já para o próximo encontro! O Véi além de ser o DONO DO SIMULADOR (desde 2005! ahahahah) agora promete, inclusive, instalar uma CABINE COMPLETA nas 37 polegadas para a coisa ficar completa! Show total! Sem falar que toooodos os ausentes no encontro foram citados, provocados e desafiados para as próximas etapas! Aguardem...
NA CASA DO VÉI EM ANÁPOLIS
Sim, meus Amigos! Este nosso blogue esteve desativado desde a triste ocorrência do assalto descrito na última postagem abaixo que, se não me engano foi feita no último dia de abril desde ano. PORÉM, como águas passsadas não movem tratores e tristeza não dá camisa a ninguém NÓS RESOLVEMOS REATIVAR ESTE NOSSO ESPAÇO ESPECIALMENTE PARA REGISTRAR ESTE GRANDE EVENTO QUE FOI A REUNIÃO DA TURMA NA CASA DO VÉI&PATROA LÁ EM ANÁPOLIS! Infelizmente, o registro só não ficou mais amplo porque este maledeto deste ex-blogueiro perdeu o costume de sair com a digital embaixo do braço como fazia ano passado ao longo das andanças aqui registradas e comentadas por todos vocês. Mesmo assim, nosso anfitrião e mestre cuca, o Véi (que agora só atende em francês: LE VIEILLARD!ahahahah), descolou um celular fotográfico e por ele nós fizemos estas impressões que vocês estão vendo agora. Aliás, não ousarei falar do gosto que teve este almoço, deixarei isto para o testemunho dos amigos que estiveram presentes, vou falar só da embalagem na qual foi comprado este pato que vocês estão vendo acima e, em detalhes, abaixo. Só a embalagem já daria uma postagem à parte! Que que isso minha Gente! Le Vieillard gastou sem dó e sem piedade! Duvido muito que este pato falasse português quando vivo! Coisa de louco! E, olha que esta é somente a mesa do grande almoço de sábado, hein! Não tenho coragem de falar da foto que perdi do merengue que nos foi servido no domingo! Não tenho nem coragem de contar a vocês o que foi aquilo! Mas, na sexta-feira mesmo o casal Véi&Patroa nos recebeu a Mim&Patroa com um lanche árabe-libanês (nunca sei este lance da etnia gourmet direito) super especial! Coisa finíssima! A pasta que foi servida nesta mesma sexta-feira nunca vi coisa igual! Nem lá em Paris morando ao lado daquela que é uma das maiores mesquitas ocidentais! Tudo do bom e do melhor e com espaço, muuuito espaço! A sala do apartamento de Le Vieillard que fica no sentido contrário desta mesa que vocês estão vendo é quase do tamanho de um campo de futebol! Para aqueles que são céticos e que podem estar duvidando agora das palavras deste blogueiro perguntem ao AdrianoPipoca a respeito da veracidade da seguinte frase que ele repetiu várias vezes enquanto caminhava ao redor da sala: "esta sala é excelente para fazer caminhada"! Imaginem só uma coisa destas! Sem falar nos três quartos com suítes (isto mesmo: 3 quartos com suíte) e a piscina aquecida lá embaixo à disposição dos convivas! E, agora que vocês estão pensando que minha descrição acabou sou obrigado a ressaltar que TUDO ISTO À NOSSA DISPOSIÇÃO permeado com UMA RECEPÇÃO CALOROSA E CARINHOSA que nos deixou completamente à vontade e até com lágrimas nos olhos no momento da despedida! As únicas palavras que podem estar à altura deste maravilhoso fim de semana proporcionado pelo Véi e pela Aline (a Patroa dele) é NOSSO MUITO OBRIGADO DE CORAÇÃO!
E ainda tem mais! Conto na próxima postagem...
ASSALTADO DE NOVO!

Em primeiro lugar, estamos bem! Mas, ontem à noite, após três meses daquele assalto que sofremos em Amsterdã, fui abordado na porta da casa da minha mãe por um ladrão ARMADO que me empurrava para dentro do carro enquanto outro ladrão TAMBÉM ARMADO tentatava colocar minha mãe, que havia acabado de abrir o portão de casa para mim, também dentro do carro. Minha mãe ao se dar conta do que estava acontecendo chegou a gritar por socorro e pela polícia ao que o ladrão a ameaçou de morte colocando o revólver em sua cabeça. Dentro do carro, tentava convencer o ladrão a nos deixar e levar o carro, ele já estava sentado ao volante e com a chave do carro na mão. Porém, quando percebi que o outro ladrão iria mesmo colocar minha dentro do carro também e nos levar comecei a gritar para o cara ao volante implorando para que ele deixasse minha mãe fora disso, gritava dizendo que "ERA MINHA MÃE!", "MINHA MÃE!". Não sei dizer ao certo como (SÓ DEUS SABE!) mas, após isto o ladrão ao volante se concentrou em colocar a chave na ignição como que me liberando e eu sai do carro! Ao sair do carro, o outro ladrão largou minha mãe e veio para cima de mim tentando me empurrar novamente para dentro do carro e aí disse a ele que "o outro cara tinha me liberado e que eles já iriam ir embora levando o carro", ele então entrou no carro e peguei minha mãe pelo braço e a puxei para dentro de casa e trancamos a porta. Isto tudo aconteceu ontem, 29/04/2009 por volta das 19:00 horas num bairro do CENTRO da cidade de ARAGUARI-MG, cidade de mais ou menos 150 mil habitantes localizada no Triângulo Mineiro. Ah! O assalto aconteceu em frente de nossa casa numa rua que é razoavelmente movimentada! Bem, depois disto liguei para minha esposa que ligou para a Polícia que chegou uns vinte minutos depois. Detalhe: os caras não levaram o carro! Não sei explicar como e nem porquê! Ficamos sabendo que logo após saírem da minha casa OS DOIS LADRÕES abordaram uma vizinha nossa, que estava passando de carro. A mulher assustou-se, acelerou e conseguiu escapar. Enfim, os dois caras parece que estavam num verdadeiro arrastão pela cidade. E, olha que o cara que me abordou não demonstrava estar "doido" não! Bom, ESTAMOS VIVOS E COM SAÚDE E ISTO É O QUE IMPORTA mas ... quis deixar este relato a todos os amigos para que fiquem ultra alertas! A questão da VIOLÊNCIA urbana (ou do abandono das Crianças deste país que depois são levadas para o crime) está mesmo um caos! Estou com a sensação estranha de que não há para onde fugir! Afinal, vocês se recordam (quem não leu é só procurar na barra acima) que três meses eu e minha Patroa fomos assaltados em Amsterdã na Holanda. Agora, foi a vez de Araguari-MG...
ESPAÇO JLM DE LOURO: Veritas et Adaequatio
João 18:37
Perguntou-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci,e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.
João 18:38
Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade?E dito isto, de novo saiu a ter com os judeus, e disse-lhes:Não acho nele crime algum.
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Johannes 18:37 German: Luther (1545)
Perguntou-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci,e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.
João 18:38
Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade?E dito isto, de novo saiu a ter com os judeus, e disse-lhes:Não acho nele crime algum.
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Johannes 18:37 German: Luther (1545)
Da sprach Pilatus zu ihm: So bist du dennoch ein König? Jesus antwortete: Du sagst es, ich bin ein König. Ich bin dazu geboren und in die Welt kommen, daß ich die Wahrheit zeugen soll. Wer aus der Wahrheit ist, der höret meine Stimme.
Spricht Pilatus zu ihm: Was ist Wahrheit? Und da er das gesagt, ging er wieder hinaus zu den Juden und spricht zu ihnen: Ich finde keine Schuld an ihm.
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Alors Pilate lui dit: Tu es donc roi? Jésus répondit: Tu le dis; je suis roi, je suis né pour cela, et je suis venu dans le monde pour rendre témoignage à la vérité. Quiconque est de la vérité écoute ma voix.
Pilate lui dit: Qu'est-ce que la vérité? Et quand il eut dit cela, il sortit de nouveau vers les Juifs, et leur dit: Je ne trouve aucun crime en lui.
Le dijo entonces Pilato: ¿Luego Rey eres tú? Respondió Jesús: Tú dices que YO SOY Rey. Yo para esto he nacido, y para esto he venido al mundo, para dar testimonio a la Verdad. Todo aquel que es de la Verdad, oye mi voz.
Le dice Pilato: ¿Qué cosa es la Verdad? Y como hubo dicho esto, salió otra vez a los judíos, y les dice: Yo no hallo en él ningún crimen.
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veritas 18:37 Adaequatio
DICA ESPETACULAR DO JB
Não sei o que dizer. Nunca vi coisa igual! Aliás, nem em meus mais profundos devaneios jamais pensei numa coisa destas! Isto precisa ser uma montagem de photophop ou coisa parecida! Só pode ser! É alucinante demais para ser Real! Caso contrário, isto seria o mais puro e simples Controle Universal dos mais profundos sonhos da História da Filosofia! Pirei!
ONTEM, ANTES DO CHOCOLATE
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